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A summer party é, provavelmente, o maior e mais desejado evento do ano

Colaboradores satisfeitos, produtividade melhorada

Uma pessoa feliz é melhor colega no trabalho, cria na organização um ambiente saudável e resiliente, o que se traduz em maior produtividade. Dar opções de crescimento e desenvolvimento pessoal, proporcionar alguma autonomia ou ajudar a comunidade na qual se insere são aspectos fundamentais para alcançar esta meta.

Identificar as 100 melhores empresas para trabalhar nos Estados Unidos da América. Este foi um dos trabalhos mais estranhos que dois jornalistas norte-americanos (Milton Moskowitz e Robert Levering) receberam no longínquo ano 1981. O trabalho de investigação, os parâmetros analisados e a metodologia utilizada para realizar o primeiro ranking das melhores empresas para se trabalhar deram origem a um livro que acabou publicado em 1984. Foi a base que serviu a Robert Levering para criar, em 1991, uma empresa de consultoria que avalia a gestão de empresas com o objectivo final de entender a excelência no ambiente de trabalho entre empregados e empregadores.

O princípio era simples. Pessoas satisfeitas geram resultados superiores. Era importante ajudar as organizações a perceberem que, independentemente da sua actividade, são mais produtivas e eficientes quando os seus colaboradores se sentem envolvidos e reconhecidos. Surgia a Great Place to Work. Uma empresa que actualmente está presente em 53 países.
Ao longo das últimas duas décadas, vários estudos académicos foram realizados para analisar a felicidade dos colaboradores e o seu impacto na organização em que trabalham. Todos eles possuem um denominador comum.

Quando os colaboradores se sentem felizes, nas suas vidas e no seu trabalho, a sua produtividade aumenta. A este factor acresce um outro muito importante para ambientes produtivos em fábricas, como é o caso da Celtejo: o número de acidentes de trabalho é bastante inferior ao de outras empresas do mesmo sector de actividade, cujos colaboradores estão menos satisfeitos. Os estudos mostram que uma pessoa feliz no trabalho apresenta mais energia e dinamismo, o que se traduz em mais eficiência e produtividade na empresa. Uma das últimas análises realizadas em Portugal foi a tese de mestrado Felicidade no Trabalho: O Impacto na Gestão das Organizações, apresentada em Setembro de 2016 no Instituto Superior de Gestão (ISG), e na qual se partilha esta visão, recomendando a sua aplicação atendendo à importância que tem no desenvolvimento humano e organizacional.

Não é de estranhar, por isso, que uma das preocupações da administração da Celtejo seja o bem-estar dos seus colaboradores. Foi criado um conjunto alargado, e que continua a aumentar, de benefícios para quem trabalha na empresa. Algumas iniciativas promovem o bem-estar dos trabalhadores, como a existência de um posto médico na empresa com acesso ao Serviço Nacional de Saúde, subsídio de nascimento ou de adopção de filho, cantina a um preço simbólico, transporte gratuito entre Castelo Branco e Vila Velha de Ródão e formação superior ou formação contínua. A estes benefícios juntam-se outros como prémios de produtividade e lembranças de antiguidade.

Com o objectivo de fortalecer as relações entre a família e a empresa, a Celtejo desenvolve diversas actividades em que os trabalhadores são convidados a participar com a sua família. Para aproximar as crianças do contexto de trabalho dos pais, a empresa organiza no período das férias escolares da Páscoa, um dia temático para mostrar aos miúdos o local de trabalho dos pais.

O filósofo chinês Confúcio, 500 anos a.C., já dizia: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás de trabalhar nem mais um dia na tua vida.” O tempo passou, a sociedade viveu grandes transformações, mas a lógica deste princípio manteve-se inalterada. Peter Drucker, o austríaco considerado o pai da administração moderna, dizia que “ganhar a vida não é suficiente. O trabalho tem de nos permitir viver a vida também”. O director da Celtejo, Carlos Coelho, promove a exigência e o profissionalismo no trabalho, e é também um acérrimo defensor da tese de que colaboradores felizes são mais produtivos. Este é um dos motivos que explicam a adesão e o desenvolvimento de diferentes acções na Celtejo, que visam sempre desenvolver a participação e o envolvimento de todos os colaboradores nos diferentes aspectos da vida da empresa.

Melhor saúde e bem-estar para os colaboradores

Um desses exemplos foi a participação na iniciativa Empresas + Saudáveis. Trata-se de um programa desenvolvido pela QuintilesIMS, em parceria com a Take The Wind e a Stanton Chase International, que pretende motivar as empresas a elevar os padrões promotores de saúde dos seus colaboradores. O projecto elege as organizações com melhores níveis de saúde a operar em Portugal, através da aferição da saúde cardiovascular e psicossocial dos seus colaboradores.

A missão da iniciativa Empresas + Saudáveis é aumentar a consciencialização para a prevenção cardiovascular da população adulta no ambiente laboral, no qual os portugueses passam cerca de um terço do seu dia-a-dia. Como? Através da implementação de boas práticas de saúde e da promoção de estilos de vida saudáveis, reduzindo os níveis de glicemia, colesterol, pressão arterial e IMC, ao mesmo tempo que se reduzem os níveis de stress, ansiedade e fadiga mental.

A Celtejo participou abrindo a iniciativa a toda a população fabril com postos directos. Participaram 150 pessoas que foram inicialmente acompanhadas com uma consulta médica presencial, posteriormente complementada com uma componente de nutrição e aconselhamento de exercício físico adequado a cada colaborador. Depois, durante quatro meses, os profissionais foram acompanhados por telefone ou presencialmente, com os planos de exercício e nutrição que deviam seguir. “Foi muito giro. As pessoas aderiram muito bem à iniciativa e até tivemos uma pessoa que com o programa perdeu oito quilos e ganhou um dos prémios da iniciativa”, diz Carlos Coelho.

Olimpíadas Celtejo

Outra das acções que promovem a prática de desporto e o reforço dos laços entre colaboradores são as Olimpíadas Celtejo. Surgiram em 2015 e rapidamente conquistaram muitos atletas. A prática destas actividades decorre durante todo o ano, havendo 10 equipas constituídas por pessoas da fábrica e de diferentes áreas a competir em torneios internos. As modalidades que constituem estas olimpíadas são bem conhecidas do grande público, como a sueca, dardos, pingue-pongue, matraquilhos, futsal, running e tiro com arco. Em Dezembro, na festa de Natal, são entregues os prémios aos campeões das olimpíadas. Muitos dos atletas de “alta competição” destas olimpíadas tão sui generis utilizam cerca de 30 minutos da sua hora de almoço para praticar.

Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Pingue-pongue, matraquilhos, running e futebol são algumas das modalidades que integram as Olimpíadas Celtejo
Separador

As modalidades que constituem as Olimpíadas Celtejo são bem conhecidas do grande público, como a sueca, dardos (setas), pingue-pongue, matraquilhos, futsal e tiro 
com arco

Summer Party

Provavelmente é o maior e mais desejado evento do ano. A Summer Party destina-se a todos os colaboradores directos e indirectos da Celtejo. A festa acontece sempre em Setembro e vai já na quarta edição. Cada ano há um tema que só é conhecido no próprio dia. O mesmo acontece com o local, apesar de três meses antes os colaboradores começarem a perguntar pelo tema da festa, a data e o local da Summer Party. “É um dos segredos mais bem guardados da Celtejo”, diz Carlos Coelho.

É um dia diferente em que toda a fábrica está presente. Há pessoas que só se cruzam com outros companheiros neste dia. É um grande momento de camaradagem e coesão

Carlos Coelho, director da Celtejo

Aproveitando os diferentes turnos de trabalho, todas as pessoas acabam por ir ao grande evento do ano. À saída do seu turno, entram nos autocarros que se encontram à entrada da fábrica para os levar à grande festa. A primeira decorreu na praia da Tocha. O primeiro autocarro saiu às 9h da manhã e o último regressou às 6h do dia seguinte. Nem os motoristas dos autocarros conhecem a localização. Essa informação só lhes é fornecida no dia do evento.

“É um dia diferente em que toda a fábrica está presente. Há pessoas que só se cruzam com outros companheiros neste dia. É um grande momento de camaradagem e coesão”, diz o director, referindo que toda a organização do evento é realizada por pessoas da Celtejo. A excepção é o catering, que é encomendado fora. “Habituámo-nos a fazer estas acções que são muito acarinhadas por toda a equipa”, continua Carlos Coelho.

Jornadas técnicas

Para promover o conhecimento de como funciona a organização e o papel que desempenham as diferentes áreas, a empresa organiza há três anos as Jornadas Técnicas Celtejo. Esta iniciativa permite passar o conhecimento da actividade de uma área para as restantes, explicando o que se faz, porque se faz e os motivos pelos quais estas acções dão retorno financeiro à empresa.

Neste ano 2017 estão previstas quatro jornadas técnicas espaçadas por um período de três meses. As primeiras duas já aconteceram em Março e Junho. A próxima decorrerá no dia 20 de Setembro e terá quatro apresentações. A primeira está relacionada com o tratamento de efluentes, segue-se uma explicação sobre mecânica, depois uma outra sobre investigação e, por último, uma sobre recursos humanos. Nestas sessões, existe sempre uma apresentação externa com um tema-surpresa. Carlos Coelho conta que a próxima será uma palestra sobre a História de Portugal, leccionada por um professor da disciplina.

“As jornadas técnicas são um dia na vida da fábrica que permite a todos os nossos colaboradores aperfeiçoarem conhecimento. São sessões abertas que decorrem no Fórum e às quais pode assistir quem quiser.” Há sessões que são abertas à comunidade. Carlos Coelho dá como exemplo uma sessão que realizaram dedicada a boas práticas na manutenção e para a qual foram convidados a assistir todos os empresários da região além dos parceiros da Celtejo. “Conseguimos criar networking com empresas de topo às quais a grande maioria das organizações locais não consegue aceder. Nessa iniciativa, contámos com a presença de 160 empresários que esgotaram a capacidade do nosso auditório.”

[PT]A próxima Jornada Técnica da Celtejo acontece em Setembro[/PT]
[PT]A próxima Jornada Técnica da Celtejo acontece em Setembro[/PT]
INV4YOU é um programa de desenvolvimento e implementação de melhorias internas na fábrica proposto pelos colaboradores
INV4YOU é um programa de desenvolvimento e implementação de melhorias internas na fábrica proposto pelos colaboradores
O programa INV4YOU proporciona a  cada colaborador 500 euros para investir na empresa
O programa INV4YOU proporciona a cada colaborador 500 euros para investir na empresa
INV4YOU é um programa de desenvolvimento e implementação de melhorias internas na fábrica proposto pelos colaboradores
INV4YOU é um programa de desenvolvimento e implementação de melhorias internas na fábrica proposto pelos colaboradores

INV4YOU

Uma acção que funciona como uma espécie de complemento às jornadas técnicas é o INV4YOU. Trata-se de um programa de desenvolvimento e implementação de melhorias internas na fábrica.

A Celtejo atribui a cada colaborador 500 euros para investir na empresa. Funciona com investimentos individuais ou em grupo. Um colaborador pode aplicar o montante que lhe foi atribuído de uma forma individual ou pode juntar-se a outros colaboradores para investir numa determinada solução.

Para ser validada, é necessário discriminar a proposta, explicando o objectivo e o impacto que ela terá no melhoramento da fábrica. Pode ser um monitor de maiores dimensões para visualizar melhor a informação, podem juntar-se a várias pessoas e propor uma alteração de um circuito de água que se torna mais eficiente e que proporcionará uma poupança anual à empresa. As propostas são muito variadas. No ano passado, um dia após o lançamento do programa, um engenheiro da área de segurança apresentou-se na reunião fabril com um papel assinado por 80 colaboradores. Propunha a compra de um novo carro de bombeiros com tracção integral para substituir o anterior que só tinha tracção a duas rodas.

“Esta capacidade de mobilização e de melhoria dos processos ou serviços na fábrica revela bem o espírito que existe dentro da Celtejo”, conclui Carlos Coelho, com um brilho de orgulho no olhar.

Melhorias nas instalações


Para complementar todas as iniciativas que a Celtejo já desenvolve em prol dos seus colaboradores, a empresa investe nos espaços comuns da fábrica, para que existam as melhores condições de trabalho com o melhor conforto possível. São exemplo as melhorias realizadas nos balneários e nos espaços de lazer.
Centrada no bem-estar dos colaboradores, a Celtejo aliou-se ao Instituto Politécnico de Castelo Branco, criando uma parceria com a Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, através da qual são proporcionadas sessões de conforto na área de Fisioterapia. Tendo em conta a resposta positiva e a receptividade desta iniciativa, a Celtejo decidiu avançar com um projecto inteiramente dedicado à saúde e ao bem-estar da população organizacional. Aproveitando os recursos que possui no seu posto médico, vai fazer uma monotorização regular dos índices de saúde dos seus trabalhadores, promovendo um estilo de vida saudável. Para esta iniciativa serão criadas mais sinergias entre a Celtejo e a Escola de Saúde do IPCB.

“A Celtejo é um dos poucos centros de competência técnica e tecnológica do interior do País e é reconhecida como um pólo de desenvolvimento ao nível regional. É uma empresa com objectivos muito claros e estratégias bem definidas, factores que permitem alcançar níveis de excelência. O seu nível de proficiência é reconhecido pelos seus stakeholders, levando várias instituições a criarem protocolos com a empresa”, diz Carlos Coelho.